Mostrando postagens com marcador Téo dos oito baixos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Téo dos oito baixos. Mostrar todas as postagens

26 de jan. de 2013

Forró do Belém

 Everaldo Santana



No último Domingo (20/01/2013) estive no forró do Belém, um restaurante localizado no Bairro do Belém, zona leste da cidade de São Paulo. Todos os domingos tem forró pé-de-serra sob o comando do Téo dos 8 Baixos. O Téo conseguiu reunir a grande maioria dos sanfoneiros que tocavam com o Pedro sertanejo, inclusive os sanfoneiros de 8 baixos.
Gravei videos que estou editando para postar; vou voltar ao forró do Belém para gravar todos os Sanfoneiros de 8 Baixos que tocam lá e não tocaram neste dia.  


Abaixo, algumas fotografias do evento que foram gentilmente enviadas por Everaldo Santana.


Pé Duro e Everaldo Santana


Téo dos oito baixos e Everaldo Santana





Pé Duro dos 8 baixos

28 de mar. de 2012

Téo dos oito baixos


Ainda não conheço pessoalmente a maior parte dos sanfoneiros residentes em São Paulo. Porém, graças aos esforços de Everaldo Santana em realizar postagens com performances destes instrumentistas, tem sido possível conhecer o expressivo contingente de sanfoneiros de oito baixos provindos do Nordeste que residem em São Paulo. A música que é praticada por estes músicos andou praticamente subterrânea desde a mudança ocorrida na cena dos forrós na virada da década de 1990, em que a música instrumental perdeu a importância substancial que representava outrora. 
Recentemente, estes sanfoneiros começaram a se reunir novamente, sobretudo com os esforços de Lene dos oito baixos, que possui uma casa de shows, algo que, indubitávelmente, favoreçe o encontro e a divulgação do trabalho destes sanfoneiros. Tico dos oito baixos, sanfoneiro e taxista, têm registrado apresentações de sanfoneiros em São Paulo desde a década de 1980. Parte destas filmagens tem sido digitalizada por Everaldo e gentilmente disponiblizada no youtube. Neste material precioso, é possível observar algumas imagens antológicas de um capítulo pouco registrado na história da música nordestina urbana, sobretudo aquela praticada no contexto dos cidadãos emigrados nas capitais do Rio de Janeiro e São Paulo.
Espero, em breve, visitar São Paulo, (apesar de ter sido criado no Rio de Janeiro, nasci em Santo André no seio de uma família de imigrantes italianos e espanhóis). Nesta viagem que anseio realizar em breve, espero conhecer um pouco desta intensa rede social formada por sanfoneiros e apreciadores da arte da sanfona nordestina.